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Cadernos Filosoficos
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Editora: Boitempo
Autor: Vladimir I. Lenin
P?ginas: 389
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SINOPSE:

“O organismo não está isolado do mundo, nem o cérebro da totalidade do organismo. A consciência está “imersa” no mundo (Lênin), inteiramente aberta à natureza e ao conteúdo da vida social. Pensa-se com o cérebro e também com as mãos e com todo o corpo e também com toda a práxis humana – enfim, com o mundo inteiro. Esta intensificação da lucidez constituiu precisamente uma das grandezas de Lênin – sua exigência é um elemento essencial de todo drama. O momento em que a contradição objetiva se exaspera é também aquele em que a consciência deve afirmar sua realidade.” — Henri Lefebvre e Norbert Guterman. “Os Cadernos filosóficos são o coroamento do percurso de esclarecimento filosófico em Lênin, que se entrelaça à obra mais propriamente política e econômica e, por consequência, à prática concreta. O diferencial das análises e anotações do líder russo consiste nessa constante interação entre teoria e práxis. A prática é de fato o elemento que mais distingue a figura de Lênin em um panorama do marxismo depois de Marx, no qual esses dois âmbitos raramente tiveram efetiva conjunção.” — Gianni Fresu.

“Ainda há marxistas que tomam o Lênin de Materialismo e empiriocriticismo como o nec plus ultra da filosofia. Estes certamente não reconhecerão seu Lênin nestes Cadernos... É uma lástima, para eles e para o marxismo: aqui está Lênin em sua madurez revolucionária e na plenitude de sua universalidade teórica.” — José Paulo Netto.

“O organismo não está isolado do mundo, nem o cérebro da totalidade do organismo. A consciência está “imersa” no mundo (Lênin), inteiramente aberta à natureza e ao conteúdo da vida social. Pensa-se com o cérebro e também com as mãos e com todo o corpo e também com toda a práxis humana – enfim, com o mundo inteiro. Esta intensificação da lucidez constituiu precisamente uma das grandezas de Lênin – sua exigência é um elemento essencial de todo drama. O momento em que a contradição objetiva se exaspera é também aquele em que a consciência deve afirmar sua realidade.” — Henri Lefebvre e Norbert Guterman.