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Crédito à Morte - A Decomposição do Capitalismo e suas Críticas
R$ 49,90

Editora: Hedra
Autor: Anselm Jappe
P?ginas: 241
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SINOPSE:

É a partir da ideia de que o capitalismo segue em direção à sua própria decomposição, e de que a crise em que estamos inseridos atualmente provém disso, que se constituem os artigos presentes nesta coletânea. O filósofo e ensaísta alemão Anselm Jappe reúne aqui diferentes textos publicados em revistas francesas entre 2007 e 2010, todos voltados para a insuficiência do sistema capitalista e seu consequente declínio. Entretanto, mesmo que à primeira vista essa perspectiva pareça pessimista ao leitor, não é assim que Jappe sedeclara: para ele, reconhecer o declínio necessário e inevitável do capitalismo é também apostar na possibilidade de uma transformação estrutural, sem com isso ser utopista ou ingênuo.
Na primeira parte do livro, Pars destruens, quatro textos desenvolvem uma visão sobre o afundamento do capitalismo e as reações suscitadas a partir disso; a segunda parte, Pars construens, examina algumas das respostas recentes ao impasse evidente da sociedade capitalista. Já a terceira e última parte, Pars ludens, enfrenta o terreno da arte contemporânea e reflete sobre o papel da cultura nesse cenário de decomposição.
Com análises de alguns acontecimentos recentes, como os últimos governos franceses ou a violência da polícia nos aeroportos, e outras de fatos históricos que determinaram a conjuntura atual, como o maio de 1968, Jappe compreende a sociedade como um todo, e interpreta o papel representado pelo capitalismo tanto nas economias nacionais quanto dentro de nossas casas, nas famílias e nas relações pessoais. Este é um livro fundamental para a tomada de consciência das mudanças cada vez mais evidentes que têm lugar na organização política e econômica mundial. Sobre o autor: ANSELM JAPPE é filósofo, ensaísta e professor. Nascido na Alemanha, ele estudou em Roma e em Paris; é membro do grupo alemão Krisis, em cuja revista publicou diversos artigos, assim como nas revistas italianas Il Manifesto e L’Indice ou na francesa Lignes. É autor dos livros As aventuras da mercadoria—para uma nova críticado valor (Paris: Éditions Denoel, 2003), A vanguarda inaceitável: reflexões sobre Guy Debord (Paris: Éditions Léo Scheer, 2004), entre outros.